Teoria para legalização
18/02/2011 às 10:19 | Publicado em Uncategorized | 4 ComentáriosPode ser um devaneio impossível, até por eu não saber como proceder em
certas ocasiões, mas também pode ser que faça sentido. Bem, pra mim fez.
Pensei em uma proposta para a legalização da maconha em nosso país. Antes
de tudo devo dizer que esse texto não faz apologia á maconha, pois a apologia se caracteriza pelo apoio ao uso de tal substância, que não é o que eu estou tentando fazer, e sim, seguir o exemplo de países como Portugal, que obtiveram quedas vertiginosas na violência após a legalização da maconha.
Vamos á teoria:
A cidade seria dividida em 3 áreas:
-Área vermelha: Locais públicos, como praças, escolas, estacionamentos, shopping, etc. Quem fosse pego fumando nesses locais iria preso.
-Área amarela: Locais com pouca circulação de pessoas: Praia, acampamentos. A pena para quem fosse pego fumando nesses locais seria o trabalho comunitário.
-Área verde (com o perdão do trocadilho): Nessa área é permitido fumar. Essa área seria restrita á alguns bares, pub’s e restaurantes. Esses bares deverão obter um alvará junto á prefeitura, para que sejam autorizados a vender a erva. Para a obtenção desse alvará, o bar deverá provar que tem infra-estrutura para o uso da mesma no local, como exaustores nas áreas de fumantes, e deverá pagar uma taxa extra á prefeitura. Esses bares serão identificados com uma marca dada pela prefeitura.

Do mesmo jeito que acontece em outros países, como Amsterdã, seria permitido somente uma certa quantia da erva por pessoa. É lógico que não seria qualquer bar que conseguiria esse alvará, por isso creio que encareceria um pouco o preço da maconha, desinteressando o público de baixa renda. Porém, o fato de você poder ser preso somente por estar fumando um baseado te faria pensar duas vezes antes de acender um na rua. Também sei que esse público não ficaria sem fumar, e a alternativa seria plantar o próprio fumo, o que também acaba com o tráfico.
Um grande problema, no entanto, seria controlar e fiscalizar o plantio, para que se possa cobrar os devidos impostos. Mas essa parte eu deixo para quem entende.
Bom, se você concorda comigo, ou se discorda, deixe sua opinião nos comentários.
Feliz Aniversário para Mim!
13/02/2011 às 12:20 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioFaz tempo que eu não aparecia por aqui. Mas creio que seja o momento de um balanço anual, já que amanhã eu completo 22 anos de vida.
Nesses 22 anos aprendi muito, e aprendi principalmente que ainda tenho muito que aprender. Isso é bom, já que aprender nunca é demais. Nesses ultimos anos tem sido muito forte a influência da música na minha vida. Aprendi muito sobre ela, sobre como apreciá-la, como entendê-la, e também como fazê-la. Como disse em outros posts, sei que não é fácil crescer na música sem fazer um tipo de som que agrade a grande massa. Mas se não for como eu quero eu prefiro que não aconteça.
Nesse ultimo ano, especialmente, conheci algumas pessoas que creio que farão parte da minha vida ainda por muito tempo, se não pra vida toda.
Mas a minha intenção quando fiz esse blog nunca foi falar da minha vida, e sim falar da minha visão sobre algumas coisas. Então chega de falar de mim, e vamos falar sobre o blog:
Pretendo incorporar resenhas de CD’s que irão surgindo, para assim atualizar o blog com mais frequencia.
Não podemos deixar apagar a chama.
=D
Pesquisa de intenção de voto. Boa idéia?
02/10/2010 às 10:04 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: dilma, eleições, intenção de voto, serra
Há muito tempo venho me perguntando se essas tais pesquisas de intenção de voto tendem a mudar a opinião das pessoas sobre em qual canditado votar. E cada vez me convenço mais que sim.
Imagine uma pessoa que não entende bulhufas de política, não está nem aí para a informação sobre política, não faz a mínima idéia de em quem vai votar. Pois bem, essa pessoa vê nessas pesquisas de intenção de voto (Ibope, Datafolha) que a Dilma está lá em cima, sendo que a Dilma é a candidata apoiada pelo atual presidente. O indivíduo vai pensar que a Dilma será a perfeita continuação do que vivemos hoje. E se a pesquisa diz que mais de 50% estão com a Dilma, quer dizer que essas pessoas estão satisfeitas com o governo atual, e quem sou eu pra dizer que não?
Então essa pessoa vai lá e vota na maioria. Exatamente como aquele condômino chato que reclama de todo mundo, e na hora da reunião de condomínio fica quieto e vota em quem todo mundo votar.
Não vou entrar na discussão sobre a veracidade dessas pesquisas, pois isso é um assunto a ser tratado com calma.
Um outro problema dessas intenções de voto é para os candidatos que ficam com pouco percentual. Hoje mesmo comentei com a minha colega de trabalho que estava pensando em votar na Marina Silva, e ela me disse que, fazendo isso, eu estaria jagando meu voto no lixo, pois de qualquer jeito ela não iria se eleger mesmo.
Esse é o problema. Estamos longe de ser uma democracia.
Primeiramente, pela obrigatoriedade de votar. E também por esse monte de informação que confunde e ilude a cabeça do povo.
Mas assim vamos vivendo, pois enquanto houver política, haverá discordância.
Ah, as novelas…
30/09/2010 às 16:23 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: novela, novelas
“…E na hora que a televisão brasileira distrái toda gente com a sua novela, é que o Zé põe a boca no mundo, ele faz um discurso profundo, ele quer ver o bem da favela…”
Partindo desse trecho da canção Zé do Caroço, de Leci Brandão, tento chegar á uma opinião concreta sobre novelas.
Por que será que elas são tão adoradas nesse país?
A principal emissora de tv brasileira chega a exibir 5 novelas por dia.
As novelas são o principal ganha pão das emissoras, na verdade.
Eu já acompanhei muito novelas, mas no momento em que se começa a ter um senso crítico sobre elas, se vê que são, em sua maioria, lixo.
Mas então por quê, MEU DEUS, que tanta gente olha novela, seja o adolescente assistindo malhação até as senhoras fãs fervorosas da novela das oito. Só consigo chegar a um motivo: Gente bonita.
As pessoas vêm novelas que não são interpretadas por atores/atrizes, e sim por modelos. Por isso não se tem uma qualidade dramática, só rostinhos bonitos.
Desde quando Grazi Massafera é atriz? A cara da Mariana Ximenes, independente do personagem que ela faça, é sempre a mesma.
Normalmente, as pessoas que assistem novelas, estão mais interessados nos “looks dos artistas” do que no enredo da novela, ou na capacidade de atuar do atores.
As tramas são sempre as mesmas, que não saem da velha crise familiar. Malhação nem se fala, só mudam os personagens, por que a história é sempre a mesma.
Enfim, depois que você começa a assistir a seriados como Friends, House, CSI, Two and a Half Man, você vê o quanto é baixa a qualidade das novelas brasileiras. Então você começa a pensar no motivo de tanta gente assistir. Eu ainda não entendi.
O que eu penso sobre religião
06/08/2010 às 9:07 | Publicado em Uncategorized | 3 ComentáriosTags: ateu, catolicismo, religião
Eu sempre fui meio contra algumas ideias empregadas pela sociedade, e a religião é uma delas.
E podem até pensar que eu sou ateu, mas eu não sou. Eu acredito em Deus, mas o meu Deus é bem diferente do Deus imposto pelas igrejas. Eu acho que se deus te colocou no mundo, ele te botou aqui pra ser independente, pra se superar, não pra ficar enchendo o saco dele todo dia: “Ô Deus, amanhã tem prova de matematica, e eu nao estudei nada, dá pro senhor dar uma forcinha??” ou: “O Deus, a Laurinha, aquela que entrou nova no meu setor é a maior gata, da uma mão pra mim ficar com ela??”
Porra! Tu acha que ele criou o mundo pra ficar se estressando com esses probleminha?
As pessoas acabam se tornando dependente de uma coisa que, vamos falar a verdade, sem hipocrisia, elas nem tem certeza que existe mesmo!
Ok, tem a bíblia. O livro mais antigo do mundo e tal. Mas imagina comigo: Deus cria o mundo. Ta lá, magnifico, explendido, e PUM, cria a vida. Então ele pára, respira, toma um cafezinho e pensa: Beleza, agora é só esperar uns 14 bilhoes de anos e depois contar pra umas pessoas no deserto o que elas tem que fazer.
Eu acho que não! O que as pessoas tem que aprender é a tirar o lado bom da biblia: troquem as palavras SALVAÇÃO, REINO DOS CEUS E VIDA ETERNA por FELICIDADE. Substituam as palavras AMAR A DEUS por FAZER O BEM. A biblia diz que se voce amar a Deus voce terá a vida eterna, e as pessoas saem amando a Deus, mas odiando o colega de trabalho que vendeu mais que ela no mês, e ganhou aquela viagem pro Sergipe!
Então, a mensagem pregada pela biblia é a seguinte: faça o bem, pratique o amor, a união, e principalmente: AGRADEÇA a todo momento. Não importa se está agradecendo a Deus, Jeová, Buda, Alá, Oxalá, boi bumbá, o que seja. O que interessa é a sensação de estar bem consigo mesmo após o agradecimento, a sensação de dever cumprido, entende?
Outra coisa que me intriga, é que as pessoas põem a culpa de uns acontecimentos tragicos em Deus. Por exemplo:
- Maremoto no Haiti, milhares de mortos: “ahh, foi Deus que castigou, por que lá as pessoas não tem fé, ou acreditam em outro Deus”. – Porra, puta cristo malvadão esse teu hein? Rá, não gosta de mim, vai morrer afogado, seu filho da puta.
- Começa uma crise familiar: “viu amor, isso ta acontecendo por que a gente nao foi na missa domingo passado…” – agora eu tenho um contrato de fidelidade com Deus. Faltou, tem punição!
Não, não… não adianta ser um fanático religioso e guardar amargura no coração.
O pior é ver as pessoas que se preocupam, (MESMO), em ir para o céu. “Ai meu Deus, eu pequei, tenho que me confessar para o padre.” Então vai lá, confessa para o padre que transou antes do casamento, o padre fala com Deus e pergunta o que deve dar de punição para a pobre e arrependida moça. Deus diz: “Ah, umas vinte ave-marias, uns 30 pai-nossos aí já está ótimo.” A moça vai pra casa, e ainda dá a metade das orações pro namorado, por que ele também tem culpa, ora.
O dilema do não-vendedor
23/04/2010 às 18:01 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: compre, consumismo, vendedor
Esses ultimos meses têm sido dificeis para mim. Profissionalmente falando. Hoje encontro-me desempregado e sentindo que estou sendo encurralado por uma qualidade que não possuo: Ser vendedor.
Passei por alguns empregos, reprovei em algumas entrevistas, e o discurso é sempre o mesmo: “Você tem que provar para o cliente que o seu produto é o melhor” ou “Venda é assim mesmo, as vezes temos que passar por cima dos outros, não dá pra ser bonzinho.” Confesso que as vezes eu sou bonzinho demais mesmo, mas tem certas coisas no mundo das vendas que eu não concordo. Como posso ver o outro vendedor como um inimigo? Terei que mentir que o meu produto é melhor que o dele, mesmo não sendo?
Vejo que estamos cada vez cercando-nos mais de produtos que não precisamos, aumentando assim o numero de pessoas tentando vender essas coisas e tornando-nos cada vez mais materialistas, numa busca cega por dinheiro.
Na verdade, eu sou anti-consumista. Como eu vou empurrar uma coisa futil para alguém, sabendo que ela não precisa? E se fizesse isso, indo contra os meus principios, estaria fazendo o certo comigo mesmo?
Sou a favor de uma sociedade auto-sustentável. Num devaneio bem utópico (mas nem tanto), eu imagino uma sociedade em que não existe dinheiro, todos vivem com o que plantam em suas próprias moradias. Sei, também achava impossível, mas depois que assisti ao documentário Zeitgeist – Addendum descobri que não é, e que também não sou o único que pensa assim.
Mas, voltando à minha revolta contra o consumismo, fico impressionado com o sangue frio de quem sobrevive disso. No intervalo de qualquer programa (principalmente em emissoras de TV aberta) é assustador o quase hipnotismo imposto pelas marcas: “Coma isso” “Compre aquilo” “Faça um empréstimo”. NÃO, muito obrigado! Não quero comprar nada de que não precise no momento, e também não quero trabalhar vendendo nada. Será que ainda existe algum emprego assim?
Em junho pretendo provar para mim mesmo que sim. Começarei um curso de radiografia e em dois anos me formo. Não vou precisar vender nada, vou estar em um emprego que eu gosto, e vou poder continuar com meus blogs, com minha música, e com o que me interessa. SÓ com o que me interessa.
Discografia Bob Marley
01/03/2010 às 17:03 | Publicado em Uncategorized | 7 ComentáriosTags: bob, bob marley discografia, discografia, marley
Sempre o admirei e o admiro cada vez mais, na medida que vou conhecendo sua história. Suas mensagens de paz, harmonia, suas críticas ao sistema. Enfim, Bob Marley é, para mim, o músico mais influente da história.
Garimpando pela internet achei a discografia completa (ou quase) do mestre Bob. Aliás, a única que achei com TODOS os links funcionando. Segue links:
Quem não conhece muito as musicas de Bob Marley, ou conhece apenas as mais conhecidas, como “Is This Love”, “Get Up, Stand Up” e “No Woman No Cry”, aí vai umas que são minhas preferidas, porém desconhecidas:
Concrete Jungle – presente no álbum de 1973 “Catch a Fire”;
Lively Up Yourself – presente no álbum de 1974 “Natty Dread”;
War – presente no álbum de 1976 “Rastaman Vibration”
Sun Is Shinning – presente no álbum de 1970 “African Herbsman”;
Tradução de War, de Bob Marley:
Guerra
Até que a filosofia que sustenta uma raça
Superior e outra inferior,
Seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada
Havera guerra, eu digo guerra.
Até que não existam cidadãos de 1º
E 2º classe de qualquer nação
Até que a cor da pele de um homem
Seja menos significante do que a cor dos seus olhos
Havera guerra
Até que todos os direitos basicos sejam igualmente
Garantidos para todos, sem discriminação de raça,
Guerra
Ate esse dia
O sonho de paz duradoura, da cidadania mundial e
As regras da moralidade internacional,
Permanecerão como ilusões fugares
Para serem perseguidas, mas nunca alcançadas
Agora havera guerra, guerra.
Até que os regimes ignóbeis e infelizes,
Que aprisionam nossos irmãos em Angola, em Moçambique,
Africa do sul em condições subumanas,
Sejam derrubados e inteiramente destruído havera
Guerra, eu disse guerra.
Guerra no leste, guerra no oeste,
Guerra no norte, guerra no sul,
Guerra, guerra, rumores de guerra.
Até esse dia, o continente africano
Não conhecera a paz, nós africanos lutaremos
Se necessário e sabemos que vamos vencer,
Porque estamos confiantes na vitória
Do bem sobre o mal,
Do bem sobre o mal…
Créditos dos lnks: b4dtom
Pro inferno, banda Djavú!
05/02/2010 às 19:50 | Publicado em Uncategorized | 8 ComentáriosTags: banda, djavú
Cada dia que passa eu me decepciono mais com a capacidade crítica musical do povo brasileiro. Por quê que pra ser bom tem que aparecer na TV? Por quê que pra ser bom tem que tocar no rádio? Enfim, por quê que pra ser bom tem que ser “pop”?
Essa tal de banda Djavú ja me encheu o saco desde a primeira vez que ouvi a sua vocalista aos berros na musica “O que pensa que eu sou?”, que todo brasileiro já deve ter ouvido pelo menos 2 vezes por dia nos ultimos meses. Quem inventou esse tal de “tecno-brega”? Se brega já é ruím, pra quê piorar?
O pior é que toca em todas as rádios, todos o bares e todos os carros com aparelhagem de som acima de R$ 5.000,00.
Esse post tá parecendo dor de cotovelo de artista que não emplacou, e ficou com ciúmes por que os caras tão ganhando milhões com shows pelo Brasil todo. Sou músico também, mas tenho certeza que prefiro morrer pobre do que fazer sucesso cantando músicas entituladas “Dança do Bingulinho”, “Botar a Paula para Remexer”, “Soca Soca”, entre outros.
Musica tem se tornado cada vez mais dinheiro. Desde os emocores adolescentes, pagodes/sertanejos universitários, calipsos e agora a praga do brega.
Confesso que fico revoltado. Não com a supervalorização destes estilos, mas com a desvalorização de outros, os ditos “de raíz”.
Para praticamente todos os estilos musicais, existe o POP e o de RAÌZ. No reggae pop temos o Armandinho, meu conterrâneo, com letrinhas água com açucar, enquanto no Reggae de Raíz temos o mestre Bob Marley que deixou seu legado a vários outros artistas no mundo inteiro de musicas que falem de paz e harmonia. No reggae de raíz brasileiro temos a banda Ponto de Equilibrio, que, na minha opinião, é a melhor. Até na música eletronica encontramos figuras como o DJ Eskimo, psytrance, que fez com que a massa popular fosse pra frente das caixas de som em festas rave puramente comerciais, enlouquecendo-se com todos os tipos de drogas ,inconsequentemente. Esquecendo o lado espiritual, transcendente da música eletrônica. O caderno Donna da Zero-Hora dessa semana colocou o vocalista da banda Fresno como novo rockstar brasileiro. Se não fosse cômico seria trágico.
Bem, vou deixar minha revolta de lado. Pois esse é um problema cultural que não se resolve tão fácil. Teríamos que mudar todo o sistema de mídia do país. Mas espero que quem estiver lendo consiga tirar algum proveito dessas palavras, e tenha mais censo crítico. Não só com a música, mas com todas as porcarias que nos fazem engolir.
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E por falar em música eletrônica, amanhã tô indo pro Festival Outro Mundo, que rola em Capão Novo/RS.
Quem quizer saber mais, clique AQUI.
John Butler e o Violão
09/12/2009 às 7:37 | Publicado em Uncategorized | 1 ComentárioTags: john butler, violão
Uma das grandes paixões da minha vida é a musica. Ganhei meu primeiro violão em 2005, quando completei 16 anos, e se fiquei 15 dias seguidos sem pegar no violão foi muito. Com certeza uma das melhores coisas que aconteram na minha vida foi ter aprendido a tocar. O Violão, assim como qualquer instrumento musical, é uma terapia. Além de estimular a criatividade, você sempre é convidado pr’aquele lual na beira da praia. ;D
Acabei por tomar um gosto por violão maior do que por guitarra. Assim também nas minhas bandas preferidas, o som de um violão me atrai bem mais que riff’s de guitarra distorcidos.
John Butler Trio é a banda mais impressionante que ví nos ultimos tempos. Vindos da Austrália, embalados por sons de guitarra havaiana e violão, com um vocalista/violonista fora do comum. O album que tenho escutado é Retail, de 1998, que tem um som bem cru, basicamente violão, baixo e bateria.
No Brasil têm-se pouco conhecimento sobre essa e outras boas bandas. Por isso vou usar esse blog para divulgar um pouco de cultura musical mundial que valha a pena ouvir.
Abaixo segue um vídeo da banda ao vivo tocando “Ocean”. Essa música está presente no Álbum “Retail”, o qual deixarei o link para download abaixo do vídeo.
Enjoy.
Clique na imagem ou no link abaixo para fazer o download do álbum “Retail” de 1998.
Paradoxo da torcida gre-nal
04/12/2009 às 10:48 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: gremio, inter
Essa eu quero ver. Neste domingo, 6, o Grêmio vai jogar contra o Flamengo, atual líder do campeonato brasileiro com 64 pontos. O Inter é o segundo colocado, com 62 pontos. Eu fico imaginando os colorados torcendo para o Grêmio, para fazer o Fla descer, enquanto os gremistas torcem contra seu próprio time, para não dar esse gostinho para o rival.
Eu sou gremista, mas não vou torcer contra o meu time só para ver o arqui-rival se dando mal. Segundo o meu amigo Tiago, no ano passado aconteceu ao contrário. Era o inter que ia jogar em casa contra o Flamengo e pôs os reservas para jogar. Resultado, levou 4×0. Não sei se foi bem essa a história, e também não estou com saco de pesquizar, mas, como disse Luiz Fernando Veríssimo, na Zero-Hora de ontem: Se o Grêmio vencer, dará exemplo de superioridade moral.
Segundo o Ig Esportes, o Grêmio deve ter quatro titulares contra o flamengo, eu não vejo porquê não jogar com todos, mas tudo bem. Com certeza não sou o cara ideal para falar de futebol, mas, pelo o que vi durante o campeonato, a campanha do Grêmio fora de casa não foi lá das melhores, e a torcida tem sido fundamental para as vitórias tricolores. Agora pense num maracanã lotado, uma pressão dos infernos, o Flamengo com todo o gás de final de campeonato… Tá loco!
Só sei que vai ser o jogo do ano. E eu não perco.
Blog no WordPress.com. | Tema: Pool até Borja Fernandez.
Entradas e comentários feeds.










![The John Butler Trio - Retail [1998]](http://blogdoh.files.wordpress.com/2009/12/3935011.jpg?w=550)




